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Cascol | 68 anos movendo Brasília

·Equipe Cascol
Cascol | 68 anos movendo Brasília

De um único posto na Cidade Livre, em 1958, à rede que hoje abastece o Distrito Federal, a Cascol celebra 68 anos e, em 21 de julho, reuniu fundadores, famílias e parceiros para brindar uma história que se confunde com a da própria Brasília .

        Toda grande história começa com um sonho. A de Brasília começou no meio do cerrado, com um traço no papel e a promessa de uma capital inteira erguida do zero. A da Cascol começou quase junto num único posto, na poeira da Cidade Livre, quando a cidade ainda era um canteiro de obras. São 68 anos separando aquele primeiro tanque cheio da rede que hoje move o Distrito Federal. E, olhando para trás, fica difícil dizer onde termina a história de uma e começa a da outra.

        1958: um posto e uma cidade em construção

        Em 1958, quando Brasília ainda era mais projeto do que cidade, o mineiro de Araguari Elson Cascão deixou a carreira militar na Força Aérea e apostou no chamado do Planalto Central. Com a ajuda do pai, comprou um posto na 2ª Avenida do Núcleo Bandeirante — a antiga Cidade Livre, o coração pulsante dos pioneiros que construíam a capital. Os primeiros postos levavam o nome do fundador: Auto Posto Cascão.

        Era um começo modesto, à altura da cidade improvisada ao redor. Mas havia ali um instinto que atravessaria décadas: estar onde as pessoas precisavam abastecer para seguir em frente. Enquanto Brasília crescia bairro a bairro, quadra a quadra, a rede que viraria Cascol crescia junto, posto a posto.

        Uma sociedade de 66 anos sem uma única briga

        Cascão e Matias se tornaram sócios e seguiram lado a lado por mais de seis décadas. É a própria família que faz questão de registrar o detalhe mais improvável dessa parceria: foram 66 anos sem uma única briga. Numa época em que sociedades se desfazem por muito menos, os dois transformaram confiança em método — e método em legado.

        Com o tempo, o grupo ganhou novos sócios e cresceu até se tornar uma das maiores redes de combustíveis do país. Hoje a Cascol opera

dezenas de postos espalhados pelo Distrito Federal , sob bandeiras como Petrobras e Ipiranga, entre outras. Um desses endereços é dos mais simbólicos da cidade: o primeiro posto de Brasília, o famoso “disco voador” da Candangolândia, inaugurado em 1959 — antes mesmo da capital — e até hoje operado pela rede. Um marco afetivo que a Cascol ajuda a manter de pé.

        Toda grande história começa com um sonho. A de Brasília começou no meio do cerrado, com um traço no papel e a promessa de uma capital inteira erguida do zero. A da Cascol começou quase junto num único posto, na poeira da Cidade Livre, quando a cidade ainda era um canteiro de obras. São 68 anos separando aquele primeiro tanque cheio da rede que hoje move o Distrito Federal. E, olhando para trás, fica difícil dizer onde termina a história de uma e começa a da outra.

        1958: um posto e uma cidade em construção

        Em 1958, quando Brasília ainda era mais projeto do que cidade, o mineiro de Araguari Elson Cascão deixou a carreira militar na Força Aérea e apostou no chamado do Planalto Central. Com a ajuda do pai, comprou um posto na 2ª Avenida do Núcleo Bandeirante — a antiga Cidade Livre, o coração pulsante dos pioneiros que construíam a capital. Os primeiros postos levavam o nome do fundador: Auto Posto Cascão.

        Era um começo modesto, à altura da cidade improvisada ao redor. Mas havia ali um instinto que atravessaria décadas: estar onde as pessoas precisavam abastecer para seguir em frente. Enquanto Brasília crescia bairro a bairro, quadra a quadra, a rede que viraria Cascol crescia junto, posto a posto.

        Uma sociedade de 66 anos sem uma única briga

        Cascão e Matias se tornaram sócios e seguiram lado a lado por mais de seis décadas. É a própria família que faz questão de registrar o detalhe mais improvável dessa parceria: foram 66 anos sem uma única briga. Numa época em que sociedades se desfazem por muito menos, os dois transformaram confiança em método — e método em legado.

        Com o tempo, o grupo ganhou novos sócios e cresceu até se tornar uma das maiores redes de combustíveis do país. Hoje a Cascol opera dezenas de postos espalhados pelo Distrito Federal, sob bandeiras como Petrobras e Ipiranga, entre outras. Um desses endereços é dos mais simbólicos da cidade: o primeiro posto de Brasília, o famoso “disco voador” da Candangolândia, inaugurado em 1959 — antes mesmo da capital — e até hoje operado pela rede. Um marco afetivo que a Cascol ajuda a manter de pé.

        Movendo Brasília, todo dia

        Ao longo de 68 anos, a Cascol aprendeu que combustível é meio, não fim. O que move a rede é manter a cidade em movimento — e isso vai além da pista. A mesma capilaridade que leva os postos a cada canto do DF é o que permite mobilizar pessoas em torno de causas.

        Foi assim em julho de 2026, quando colaboradores, familiares e parceiros se uniram à Fundação Hemocentro de Brasília em dois dias de doação de sangue — no mês historicamente mais crítico para os estoques. Cada bolsa coletada pode salvar até quatro vidas. É a tradução prática de um jeito de operar que, há mais de seis décadas, coloca as pessoas no centro: clientes, colaboradores e comunidade.

        São milhares de tanques cheios, histórias abastecidas e famílias que cresceram junto com a cidade. De posto em posto, de bairro em bairro, seguimos movendo quem move Brasília.

        21 de julho: a festa dos 68 anos

        No dia 21 de julho de 2026, a Cascol reuniu fundadores, famílias, gerentes, colaboradores e parceiros para celebrar a data. Mais do que um aniversário, foi um encontro de gerações — de quem abriu o caminho a quem carrega a rede hoje.

        O ponto alto foi a homenagem aos fundadores. Cascão, Matias, Imbroisi e Limeira construíram esta história; e os que seguem entre nós se tornaram também a voz da memória de quem já se foi. Num vídeo documental exibido na celebração, arquivos antigos, fotos de várias gerações e depoimentos costuraram a mesma mensagem: nenhuma grande história se constrói sozinha. A da Cascol é feita de pessoas — de cada rosto, cada posto, cada atendimento na pista.

        Rumo aos próximos 68

        O passado inspira o futuro,  e o futuro começa agora. A cada tanque cheio, a Cascol segue escrevendo novos capítulos da mesma história iniciada numa caixa d'água da Cidade Livre. Aos que passaram por aqui e deixaram sua marca, aos que abasteceram e voltaram, à cidade que cresceu junto: obrigado. Esta conquista também é de vocês.

        Aqui é Cascol — 68 anos movendo Brasília. E o melhor da nossa história ainda está por vir.

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